O conceito é a dose. Remédio sempre foi coisa de casa na família da Yanne — e dose de realidade é isso: o remédio que a gestão precisa, na medida certa. A cápsula da marca é meio jade, meio rosê: metade franqueza, metade carinho. O ponto rosa continua sendo a assinatura — a frase com ponto final. O verde deixou o musgo e virou jade alegre (cor de mar, não de farda), o rosa virou rosê, e entrou o amarelo manteiga — a cor do vestido dela na foto que abre o site.
A cápsula aparece em momentos especiais: selo do site, abertura de série de conteúdo, brinde visual. Não precisa estar em tudo — dose, não overdose. No dia a dia, quem assina é o ponto rosa.
Meio jade (a franqueza), meio rosê (o carinho). Sempre inclinada — dose em movimento, nunca deitada. Nos textos, a palavra dose pode ganhar itálico no lugar do ícone.
Fundo claro usa a versão verde; fundo escuro, a creme. Nunca preta, nunca cinza. O "y." é o símbolo pra espaços pequenos: favicon, capa de destaque, avatar.
Jade é a voz (alegre, cor de mar); rosê é o carinho; manteiga é o sol; creme é o palco. Proporção: muito creme, bastante jade, manteiga e rosê em doses.
Fraunces pros títulos (a serif com personalidade — herdeira direta do estilo editorial que ela já usava nos posts) e Hanken Grotesk pro texto corrido. O itálico da Fraunces marca as palavras que importam.
Direta e acolhedora ao mesmo tempo — cobra como quem cuida. Fala de igual pra igual com quem lidera, nunca de cima.
Como a marca vive nos formatos do dia a dia. São miniaturas de referência — os modelos reais o Pedro gera sob demanda.